Após o mega-estrondoso sucesso do álbum de estreia de 1973, o Secos & Molhados não tardou para lançar seu sucessor, que chegaria às lojas no ano seguinte trazendo a mesma fórmula: uma inovadora e interessantíssima mescla do Rock Progressivo/Psicodélico que se fazia na época com MPB e Folk, trazendo letras em boa parte adaptadas de poemas de diversos autores.

Mas o álbum, último trabalho de estúdio a contar com a formação original que consistia em João Ricardo, Ney Matogrosso e Gerson Conrad, não teve o mesmo desempenho de seu antecessor e na semana em que estava sendo lançado já estava sendo anunciada a saída de Ney e Gerson, pelos habituais motivos envolvendo a divisão de rendas e brigas de egos, com cada um deles dando sua versão diferente da história.
Apesar de não ser tão cultuado quando o primeiro álbum, “Secos & Molhados II” traz canções do mesmo nível, e uma delas foi a que mais se destacou em termos comerciais, que é “Flores Astrais”, segunda faixa do disco e que é creditada a João Ricardo e João Apolinário. Para quem não sabe, são respectivamente filho e pai, sendo o João Apolinário um jornalista e poeta português de renome, autor de diversos livros. Vamos voltar a ele mais abaixo, falando sobre um de seus livro
Apesar de não ser tão cultuado quando o primeiro álbum, “Secos & Molhados II” traz canções do mesmo nível, e uma delas foi a que mais se destacou em termos comerciais, que é “Flores Astrais”, segunda faixa do disco e que é creditada a João Ricardo e João Apolinário. Para quem não sabe, são respectivamente filho e pai, sendo o João Apolinário um jornalista e poeta português de renome, autor de diversos livros. Vamos voltar a ele mais abaixo, falando sobre um de seus livros…
Fonte: WHIPLASH